segunda-feira, 21 de agosto de 2017

Mensagem da Lua Nova

A Estância do Silêncio


Eu vivo EnCantando a Vida, com meu jeito de Cantar. No Silêncio, quando
eu calo, eu encontro o meu Lugar, e, entre as Pausas e Intervalos, um
Novo Jeito de Amar. É da Estância do Silêncio, na Invernada
da Intuição, que eu Escuto o Som do Vento soprando
o Rumo e a Direção, onde Escuto a Voz do
Sopro assoviando-me outra canção. 
Nos espaços dos meus Versos, o silêncio
é Condutor dos pensamentos dispersos, sem
Rumo e sem Rigor, Madrinheiro de Universos,
leva-me certo ao Criador. É da Estância do Silêncio,
na Invernada da Visão, que eu Vejo a Luz da Chama
Clareando a minha Escuridão, onde Escuto a Voz do Fogo,
 atiçando a minha Inspiração. Pelos Rios da Existência, meu
corpo é Barco Acolhedor; nas Barrancas da Vivência, eu encontro
meu Cantor, e, nos Banhados da Consciência, dos meus versos, nasce a Flor.
É da Estância do Silêncio, na Invernada da Emoção, que eu Sinto as Mãos
da Água riscando Pentagramas no meu Chão, onde Escuto a Voz da Água
respingando as Notas e o Refrão. Eu Caminho pela Terra com Reverência e
Gratidão, abro Trilhas e Caminhos,  no Compasso do Coração, Planto
Versos nos meus Passos, colho Acordes de Canção. É da Estância do
Silêncio, na Invernada da Sensação, que eu Sinto os Braços da
Terra, aninhando meu Corpo e meu Violão, onde Escuto
a Voz da Terra tocando o Tambor do meu Coração.
É da Estância do Silêncio, na Invernada
do Coração, que eu Respiro Sopro
da Vida Arranjando Música
e Canção. onde eu Percebo o Tom do Fogo Afinando as
Cordas do meu Violão, onde eu Sinto o Encanto da Água Melodiando
Composição, onde eu Escuto a Som da Terra Cifrando Acordes no Meu Chão.

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